TRADICIONAL E PACÍFICO, CONTEMPORÂNEO E INTERDITO: O DISCURSO FRANCÊS DOS RITOS DE MORTE

Autores/as

  • Andreia Vicente da Silva Professora de Antropologia do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Brasil.

Resumen

A partir de meados do século XX houve um grande crescimento das produções das ciências sociais europeias, notadamente francesas, a respeito da vivência da morte. Nestas produções há uma tendência em trabalhar o tema a partir da composição de pares de oposição entre a expressão tradicional de convivência pacífica e natural com o morrer e o modelo contemporâneo caracterizado pela interdição e pelo afastamento da morte e dos mortos. Neste artigo bibliográfico, acompanho a formação desse campo de debates na França entre os anos de 1949 a 1985 apresentando algumas das teorias e metodologias explicativas que embasam os argumentos dos autores da época. Em seguida, apresento exemplos de estudos do último quarto do século XX que evidenciam os desdobramentos do caso francês para a análise dos ritos de morte.

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Publicado

11-07-2026

Cómo citar

Vicente da Silva, A. . (2026). TRADICIONAL E PACÍFICO, CONTEMPORÂNEO E INTERDITO: O DISCURSO FRANCÊS DOS RITOS DE MORTE. Avá. Revista De Antropología. PPAS. UNaM. Misiones. Argentina., (30), 15–22. Recuperado a partir de //ojs.ava.unam.edu.ar/index.php/files/article/view/354